California Dream: o sonho americano tem sabor a laranja
Há um século, a Califórnia promoveu-se junto do resto dos Estados Unidos com uma única imagem: um pomar de laranjeiras banhado pela luz, no sopé das montanhas. Um século depois, é exatamente isso que encontramos neste saquinho. A California Dream USA contém 23 % de CBD num «big bud» muito compacto, aparado à mão, que exala o aroma de casca de laranja recém-raspada assim que nos aproximamos. Um bilhete só de ida para a Costa Oeste, sem o desfasamento horário.
Aspecto e aromas: uma laranja sanguínea que caiu na resina
À primeira vista, a California Dream CBD é uma daquelas flores de CBD dos EUA que chamam imediatamente a atenção: uma base verde-floresta, quase escura, literalmente coberta por uma avalanche de pistilos laranja acobreados. Estes não estão dispersos, mas cobrem toda a flor como uma casca de citrino. Os botões são grandes, cónicos e, acima de tudo, de uma densidade notável.
No nariz, a laranja surge em primeiro lugar, franca e direta: mais a casca ralada do que o sumo, com aquele amargor vivo que picota um pouco as narinas. Em segundo plano, um fundo mais maduro, quase confitado, e uma nota herbácea fresca que lembra a folha de tangerina amassada. A intensidade aromática é forte, impulsionada por um limoneno muito dominante que o mirceno vem suavizar e que o linalol matiza com um toque floral, quase pulverulento.
Na boca, o ataque é nítido e ácido, como um gole de sumo de laranja espremido sem açúcar. Em seguida, a fruta suaviza-se, a nota de fruta cristalizada ganha destaque e o final evolui para alguns aromas mais herbáceos, que conferem toda a profundidade à degustação.
Os efeitos: o relaxamento lúcido de uma sativa com 23 % de CBD
Eis todo o paradoxo desta flor. Genética sativa, perfil aromático intenso, mas um teor de CBD de 23 % que faz com que o efeito geral seja mais de relaxamento do que de agitação.
Os consumidores referem uma sensação de relaxamento que vai aumentando gradualmente, um descontraimento físico e mental que deixa a mente clara e receptiva. Alguns chegam mesmo a descrever um ligeiro aumento de energia nos primeiros minutos, com uma sensação suave de euforia, antes de a calma se instalar de vez. O limoneno, associado ao CBD, pareceria promover essa sensação de leveza mental, enquanto o mirceno contribuiria para a vertente mais física do relaxamento.
É uma flor do meio-dia ou do final da tarde. Aquele momento em que fechamos o computador sem sentir vontade de cair de exaustão, em que saímos para dar um passeio, em que cozinhamos tranquilamente, em que nos encontramos com amigos numa esplanada. Pode ajudar a acalmar a pressão sem perder o ímpeto.
Genética e história: duas variedades autóctones, um mito californiano
A California Dream surgiu da união entre dois mundos diametralmente opostos: uma sativa mexicana e uma índica afegã. Duas variedades autóctones, ou seja, duas variedades puras, moldadas pelo seu clima de origem ao longo de várias gerações, antes de alguém pensar em cruzá-las.
A sativa mexicana é a variedade solar. Traz aquele brilho cítrico característico, aquela clareza aromática e aquela energia mental que se sente logo nos primeiros minutos. É ela que se sente ao abrir o saquinho.
Já a variedade afegã é originária das encostas do Hindu Kush. É ela que contribui com tudo o resto: a extrema densidade dos botões, a produção de resina, a estrutura cónica e aquela base de relaxamento corporal que impede a sativa de se dispersar em todas as direções.
A estabilização desta variedade é atribuída à Mandala Seeds, que a divulgou na Europa com este nome, que se tornou, por si só, um cartão postal. Desde então, vários criadores lançaram a sua própria «California Dream». A nossa mantém-se fiel à linha original: o perfil cítrico mexicano numa estrutura afegã.
Cultivo e produção: os padrões de qualidade da Caliweed, da bandeja ao frasco
Os nossos parceiros norte-americanos, que também produzem a Bubba Kush e a Kryptonite, cultivam esta California Dream em hidroponia, num ambiente totalmente controlado. Esta escolha não é por acaso para esta variedade em particular: os terpenos cítricos estão entre os mais voláteis e frágeis; basta uma humidade mal controlada para que o limoneno se evapore. O circuito fechado, a nutrição dosada ao grama e a estabilidade térmica permitem, pelo contrário, maximizar a expressão aromática, ao mesmo tempo que desenvolvem aqueles botões gigantes e ultracompactos que a genética afegã torna possíveis.
Segue-se a parte que a maioria dos produtores descura. Manicura manual, flor a flor, para não arrancar os tricomas. Secagem lenta ao longo de duas semanas, a baixa temperatura. Depois, três meses de cura em frascos, com as fases de arejamento que isso implica. É este período de paciência que transforma uma boa flor numa flor excelente: os açúcares residuais degradam-se, o amargor vegetal desaparece e o perfil cítrico ganha redondeza e profundidade.
Sem aditivos artificiais: sem CBD em pó, sem terpenos adicionados, sem corantes. O que sente é aquilo que a planta produziu.
CBDOO: as melhores variedades ao melhor preço
Uma variedade Caliweed hidropónica com 23 % de CBD, aparada à mão e envelhecida durante três meses, normalmente tem o seu preço. Na nossa loja, chega como novidade com um desconto de 35 %.
E, tal como em todo o catálogo, beneficia de:
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